fonte: Olhar Digital
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/ubuntu-para-android-seu-computador-podera-ser-um-smartphone
fonte: Olhar Digital
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/ubuntu-para-android-seu-computador-podera-ser-um-smartphone
Resolvi publicar este post pois muitas fontes na web ao tratar de edição de PDF no Linux fazem referência ao pdfedit , um aplicativo “sofrido” de usar. Existem outras alternativas mais amigáveis.
1ª) Através de uma extensão disponível em http://extensions.services.openoffice.org/project/pdfimport é possível realizar a edição de PDF’s no OpenOffice ( BrOffice/LibreOffice) Draw.
Para mim, o resultado foi muito legal e fácil de conseguir.
2ª) O editor de vetores Inkscape realiza a importação de PDF’s com bastante fidelidade. Mas as modificações exigem familiaridade com a ferramenta.
Obviamente,para ambos os casos a edição não se aplica a documentos protegidos.
Tagged: broffice, draw, editar pdf, inkscape, linux, openoffice, pdf
firefox4+ubuntu11.04+java
Como fazemos para funcionar:
1. Baixar o java e extraia o conteúdo ( eu joguei tudo no /opt)
2. Como root:
cd /usr/lib/mozilla/plugins
ln -s /opt/jre1.6.0_25/lib/i386/libnpjp2.so .
3. Testar (http://java.com/pt_BR/download/installed.jsp) clique no botão vermelho.
Para mim deu certo, detalhe na primeira vez em que ele é carregado o Firefox parece que trava (carregando…) mas não trava : )
me baseei nas informações do site da Oracle: http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/manual-plugin-install-linux-136395.html
É possível gerar no Linux , através do md5sum ou do sha1sum , recursivamente , o hash de arquivos presentes em um diretório.
Se não há subdiretórios, basta:
md5sum um-diretorio-que-deseja-listar/*.*
Porém , num ponto com muitos subdiretórios, pode se usar:
(Para facilitar o trabalho , primeiramente, instale o comando tree.)
Debian/Ubuntu:
apt-get install tree
Eis o comando:
md5sum $(tree -ifF um-diretorio-que-deseja-listar | grep -v '\/$' | grep -v '^$' | grep -v 'directories, ')
Isto pode ser útil para encontrar arquivos de conteúdo igual, porém com nomes diferentes.
Tagged: conteúdo igual nomes diferentes, hash, linux, md5, shell
Utilizando os arquivo vetoriais SVG produzidos pelo Inkscape, associado a Javascript, o JessyInk produz arquivos para apresentações, que são executados diretamente do navegador. O resultado é muito bom. Porém a produção das apresentações exige um prévio conhecimento do funcionamento do Inkscape
Conheça melhor o complemento em:
http://code.google.com/p/jessyink/
Tagged: apresentações, inkscape, svg, vetores
acompanhe em:
é possível experimentar a novidade, que ainda está em desenvolvimento, através de uma prévia disponível em live cd :
http://www.gnome3.org/tryit.html
Tagged: linux, opensource
O HTML5 será, num futuro próximo, o padrão de marcação que vigorará na Internet. É no que apostam as grandes empresas da rede. Ele, em suas primeiras especificações já traz consigo muita inovação.
O HTML5 facilitará muito a vida de desenvolvedores e tornará mais leves e ágeis certos recursos que hoje só conseguimos através do uso de Javascript/RIA.
Caso você queira avaliar a evolução de seu navegador favorito em relação a esta nova tecnologia, visite: http://html5test.com/
Outro recurso interessante são as simulações em: http://html5demos.com/
E para saber mais sobre o assunto:
http://knol.google.com/k/luciano-%C3%A9dipo-pereira-da-silva/html-5/w98ptswyb0qd/15#
Tagged: html, internet, programação
Boa tarde pessoal.
Tagged: novo domínio, novo endereço
Eu que já curto o Python e estava acostumado a testar recursos no console interativo, ao digitar o comando “python”, agora aproveito ainda melhor os recursos de documentação embutida das classes em python. Basta utilizar o aplicativo ‘ipython’.
O ‘ipython’ oferece um console muito mais poderoso.
Teste já (se for necessário, instale o ipython): [Atenção à pontuação pertinente!]
1. digite ipython
2. digite import os
3. digite os. e pressione a tecla [TAB]
4.digite os.kill ?
5. digite a = 2
6. digite a ?
Um colega meu estava com a necessidade de descobrir, no Linux, qual a codificação (encoding) de um arquivo. Afinal, é uma droga quando o servidor está numa codificação e o arquivo em outra. Certamente você já se deparou com alguma página na Internet em que uma palavra, por exemplo: “comunicação”, se transforma em algo como “comunicaC&aÂ#%o” ou coisa parecida…
o pulo do gato é esta linha, via shell
file $1 --mime-encoding | cut -d":" -f2 | sed -e 's/ //g'
aí dá até para montar um script, seja para testar ou mesmo evitar uma situação:
#!/bin/bash tipo=$(file $1 --mime-encoding | cut -d":" -f2 | sed -e 's/ //g') if [ $tipo != 'utf-8' ]; then # echo "nao eh utf-8" exit 1 else # echo "eh utf-8" exit 0 fi
porém arquivo sem caracteres como ‘ç’ ou ‘á’ , por exemplo um texto sem acentuação , sempre será identificado como ‘us-ascii’.
Ah, em PHP existe a função mb_detect_encoding para realizar este teste com strings…
http://www.php.net/manual/en/function.mb-detect-encoding.php